Nove municípios baianos deverão exigir a comprovação da procedência legal e ambientalmente correta nos materiais de construção usados nas obras e serviços de engenharia que envolvam o emprego de produtos e subprodutos minerais. A recomendação foi feita pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA), por meio do promotor de Justiça Pablo Almeida, aos municípios de Campo Formoso, Jacobina, Jaguari, Miguel Calmon, Mirangaba, Morro do Chapéu, Ourolândia, Umburanas e Várezea Nova. Ele orienta ainda os Municípios a fiscalizarem as obras de particulares ou de outros entes estatais exigindo a mesma comprovação. De acordo com o promotor, a extração mineral é um problema ambiental e social. Parte do inquérito civil que apura a extração ilegal de minerais, como arenito e areia na região da Serra do Tombador e na Chapada Norte, identificou centenas de pessoas desenvolvendo atividades de garimpo, ilegalmente, em áreas de preservação permanente, em sítios arqueológicos e de pinturas rupestres. A recomendação ainda orienta que as polícias rodoviária Estadual e Federal fiscalizem o transporte de produtos e subprodutos minerais, com o objetivo de comprovar a sua origem legal. O Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), o Departamento Nacional de Produção Mineral (DNMP), a Polícia Federal e as Secretarias de Meio Ambiente foram oficiados para intensificarem a fiscalização.
O delegado Antônio Montenegro, da 3ª Delegacia de Homicídios (DH/ BTS), do Departamento de Homicídios (DHPP), informou que vai pedir a prisão do principal suspeito de envolvimento na morte de Carla Nadiele Moreira da Silva, de 27 anos, a Carlinha do Laço.Ele não informou a identidade do suspeito para não comprometer as investigações, mas confirmou que se trata de um traficante da Rua Diva Pimentel, no bairro Fazenda Grande do Retiro, em Salvador. “Um traficante que não fosse da localidade não iria para lá sabendo que ela estaria entre amigos e conhecidos”, afirmou o delegado.
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