
A secretaria de Saúde de Luis Eduardo
Magalhães por meio de sua diretoria de Vigilância em Saúde realiza nesta
quarta-feira, 29, as 17h, uma reunião pública no auditório da Câmara de
Vereadores com intuito de mobilizar a sociedade civil organizada no
combate ao mosquito Aedes Aegypti – vetor transmissor da dengue. Na
reunião será debatida também a febre chikungunya, doença parecida com a
dengue, causada pelo vírus CHIKV, da família Togaviridae.
Do mesmo modo que a Dengue, a Febre
Chikungunya é transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti
infectado e seus sintomas são semelhantes aos da dengue: febre,
mal-estar, dores pelo corpo, dor de cabeça, apatia e cansaço. Porém, a
grande diferença da Febre Chikungunya está no seu acometimento das
articulações: o vírus avança nas juntas dos pacientes e causa
inflamações com fortes dores acompanhadas de inchaço, vermelhidão e
calor local.
A reunião é aberta a toda população e representantes da sociedade civil organizada. “O combate a dengue é um dever de todos. Com a chegada do período chuvoso é preciso que todos se mobilizem para evitar a proliferação do mosquito”, explica a diretora da Vigilância em Saúde, Luziene de Souza Silva.
Entre os dias 20 e 24 deste mês foi realizado no município o Levantamento de Índice Rápido para Aedes Aegypti (LIRA), pelo Núcleo de Endemias da secretaria de Saúde com o apoio da 25ª DIRES (Diretoria Regional de Saúde) de Barreiras.
A reunião é aberta a toda população e representantes da sociedade civil organizada. “O combate a dengue é um dever de todos. Com a chegada do período chuvoso é preciso que todos se mobilizem para evitar a proliferação do mosquito”, explica a diretora da Vigilância em Saúde, Luziene de Souza Silva.
Entre os dias 20 e 24 deste mês foi realizado no município o Levantamento de Índice Rápido para Aedes Aegypti (LIRA), pelo Núcleo de Endemias da secretaria de Saúde com o apoio da 25ª DIRES (Diretoria Regional de Saúde) de Barreiras.
O levantamento teve por objetivo
identificar as áreas da cidade com maior proporção e ocorrência de focos
do mosquito e os criadouros predominantes. De acordo com a Diretora da
Vigilância em Saúde, Luziene de Souza Silva essas informações
possibilitarão a intensificação das ações de combate à dengue nos locais
de maior presença do mosquito Aedes Aegypti, como mutirões, vistorias
mais detalhadas, entre outras medidas que podem ser direcionadas para
áreas de maior risco com a ajuda do LIRA.
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