Os usuários da telefonia móvel da Claro em Barreiras, no extremo oeste baiano, podem ter os valores dos serviços reduzidos após decisão da Justiça. O Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) acatou ação do Ministério Público Federal (MPF) e determinou a redução até que a empresa comprove a adequação dos serviços aos consumidores. Além disso, a Claro deverá apresentar projeto de ampliação da rede de internet banda larga 3G e ADSL, sob pena de multa diária de R$ 10 mil em caso de descumprimento.
A empresa de telefonia já havia recorrido de decisão semelhante da Justiça baiana, por alegar que não há deficiência no serviço e que o cumprimento da decisão depende da edição de normal pela Anatel. O MPF enviou, então, parecer que sustentaria a inadequação do que é oferecido ao consumidor. “O serviço de internet 3G é oferecido pela ora agravante no município de Barreiras/BA de forma ineficiente, em razão de instabilidades acentuadas, com quedas e falhas na conexão, velocidade abaixo da esperada para uma rede 3G, e alguns pontos sem cobertura”, afirma o procurador regional da República Renato Brill.
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