Terça, 22 de Abril de 2014 -
Foto: Imagens/TV Bahia
Os comerciantes que tiveram prejuízos durante a greve da Polícia Militar, ocorrida na última semana,
podem mover uma ação na Justiça para que a mercadoria perdida com
saques e arrombamentos seja restituída. De acordo com o mestre em
direito público e diretor da Faculdade de Direito da Universidade
Federal da Bahia (Ufba), Celso Castro, as associações de policiais foram
as responsáveis pela promoção da greve e, neste caso, os lojistas devem
mover uma ação contra elas. Se o movimento for coletivo, ou seja, por
meio da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), o resultado pode ser mais
rápido.
Segundo Castro, uma ação contra o estado não seria viável, já que a greve fugiu ao seu controle e isso poderia penalizar a população com o aumento de impostos. Nesta terça-feira (22), a CDL se reunirá para avaliar os prejuízos totais provocados pelo movimento e decidir as medidas que serão tomadas. As informações são do jornal A Tarde.
Segundo Castro, uma ação contra o estado não seria viável, já que a greve fugiu ao seu controle e isso poderia penalizar a população com o aumento de impostos. Nesta terça-feira (22), a CDL se reunirá para avaliar os prejuízos totais provocados pelo movimento e decidir as medidas que serão tomadas. As informações são do jornal A Tarde.
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